Saiba como prevenir doenças do coração antes mesmo do nascimento de um bebê
- 19 de fev. de 2016
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Os óleos e gorduras além de serem importantes fontes de energia são também fontes de ácidos graxos essenciais.
Os ácidos graxos essenciais para a alimentação humana são o ácido linolênico (ômega-6) e o ácido linoleico (ômega-3). O primeiro está presente em grande quantidade nos óleos de milho e soja, enquanto o segundo, em vegetais de folhas verdes, no óleo de linhaça e nos óleos de peixes marinhos. A importância destes ácidos graxos está na sua capacidade de se transformar em substâncias biologicamente mais ativas, com funções especiais no equilíbrio homeostático, e em componente estrutural das membranas celulares e do tecido cerebral e nervoso.
Os óleos de muitas espécies de peixes marinhos são ricos em ácido graxo eicosapentaenóico (EPA) e ácido docosahexaenóico (DHA), que são as formas longas e insaturadas ativas da série ômega-3, e que podem ser absorvidas diretamente pelos ciclos metabólicos dos seres humanos. Dentre os peixes, aqueles que contêm maior quantidade de EPA e DHA são os que habitam águas frias, como salmão, truta e bacalhau.
São recomendados para auxiliar na manutenção da sanidade geral, e também para gestantes e lactentes, pois influem no desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso da criança. Os ácidos graxos poliinsaturados n-3 e n-6 podem trazer importante contribuição, não somente na redução do risco de várias doenças, mas também, nos aspectos críticos do crescimento e desenvolvimento neonatal.
Na atualidade, uma das grandes preocupações em saúde pública é a elevada mortalidade causada por doenças cardiovasculares. Estas doenças têm uma etiologia multifatorial, e sua origem remonta a uma combinação de diversos fatores de risco. Porém, vários destes fatores de risco podem ser positivamente modificados pela ação de ácidos graxos essenciais.

























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